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PESQUISA REVELA QUE TER UM CÃO TORNA UM HOMEM MAIS ATRAENTE

Esqueça os carros de luxo e as roupas caras, quer conquistar uma mulher? Então o ideal é ter um cão. Uma pesquisa feita no Reino Unido com 2 mil pessoas diz que 1 em cada 5 mulheres disseram que um homem se torna imediatamente mais atraente se tiver um cão. Apenas 1 em cada 20 se sentem atraídas por homens que usam roupas de luxo e 6% por carros de luxo.

Segundo uma outra pesquisa as razões pelas quais as mulheres acham os homens com cães mais atraentes são:

1- AMOR – Um homem com um cão mostra que sabe amar.

2- COMPREENSIVO – Um homem com um cão será mais compreensivo, de certeza que ele entende quando o cão faz xixi no sitio errado ou quando estraga alguma coisa. Desta forma as mulheres acham que os homens irão também compreender as suas atitudes.

3- RESPONSABILIDADE – O homem saberá o que é ter que cuidar de outra vida

4- CONFIÁVEL – Para as mulheres, a lealdade dos cães transforma qualquer homem mais leal também

 

 

Homem e Cão

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Um estudo realizado no Japão comprovou mais uma vez que o cão é o melhor amigo do homem, ao descobrir que os cães reconhecem e ignoram as pessoas que não gostam de seus donos.

Durante a pesquisa, os cães recusaram comida daqueles que foram maldosos com os seus donos.

A pesquisa foi feita com 2 grupos de 18 cães, que assistiam a uma encenação dos seus donos a tentar abrir uma caixa, junto de 2 pessoas que os cães não conheciam.

No primeiro grupo o dono do animal pedia auxílio a uma das pessoas, que se recusava a ajudar, No segundo grupo, essa ajuda era concedida. A terceira pessoa em ambos os grupos não ajudava nem recusava.

Após assistir a esta encenação, o animal recebia comida das duas pessoas desconhecidas. No primeiro grupo, os cães preferiram aceitar comida da pessoa neutra, no segundo grupo não demonstraram qualquer preferência.

Para Kazuo Fujita, professor da Kyoto University e líder do estudo, este estudo é importante porque “Pela primeira vez descobrimos que os cães fazem análises sociais e emocionais das pessoas independentemente dos seus interesses. Esta habilidade é um dos fatores determinantes na construção de uma sociedade altamente colaborativa e os cães compartilham essa habilidade com os humanos”

 

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O sistema digestivo dos cães é tão robusto e versátil que estes são capazes de digerir vários tipos de alimentos podendo seguir dietas com 100% de carne ou 100% vegetarianas. No entanto, nem mesmo o sistema digestivo mais robusto do mundo consegue resistir a infecções, stress, a comida a mais ou a objectos que não são digeríveis – por exemplo, tampas de garrafas!

Como saber se o meu cão tem problemas digestivos?

A melhor maneira de saber como está o sistema digestivo do seu cão é observar as suas fezes. Um cão saudável deve ter fezes firmes – mas não tão duras ao ponto de não conseguir defecar. O maior sinal de mau-estar digestivo é a flatulência – libertação de gases em excesso. Este problema pode estar associada desde a fezes moles até totalmente líquidas. Para muitos cães a maneira mais fácil de eliminar é mesmo mudar a direcção do sistema digestivo e recorrer ao vómito. Por outro lado, quando a comida fica muito tempo no cólon, onde a água é absorvida, pode também ocorrer prisão de ventre, fazendo com que as fezes fiquem mais duras e difíceis de sair. Se vir, por exemplo, muco nas fezes (causa comum de uma doença chamada Síndrome do Intestino Irritável) ou sangue (geralmente resultado de Colite), leve imediatamente o cão ao veterinário.

Como lidar com problemas digestivos?

Fezes moles e flatulência: Em caso de problemas pouco acentuados deve fazer uma mudança na dieta do cão. A transição deve ser feita gradualmente durante 7 a 10 dias. Comece por dar 75% da ração antiga e 25% da nova, até o animal comer completamente a nova ração.

Vómito ou diarreia mais acentuada: Nestes casos o melhor é dar descanso ao sistema digestivo, ou seja, fazer jejum durante 24 horas seguido de carne de frango e arroz integral muito bem cozinhado.Assim que o sistema digestivo do cão parecer estável (fezes firmes, ausência de quaisquer sintomas de problemas intestinais), introduza gradualmente a nova comida à mistura de frango/arroz durante um período de 7 a 10 dias.

Stress por alteração de domicílio: O stress pode ter grande influência no sistema digestivo. Por exemplo, quando os cachorros vão para a sua nova casa geralmente ficam com o sistema digestivo desregulado. Geralmente, basta mudar a alimentação para que tudo entre na normalidade.

 

Caso o seu cão mantenha estes problemas gastrointestinais contacte imediatamente o seu Dr. Bigodes.

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Há cada vez mais profissionais alemães que se mostram favoráveis à presença de cães nos locais de trabalho pelos benefícios que apresentam.

Segundo um estudo, 53% dos empregadores não rejeitam explicitamente a presença de um animal doméstico no escritório, enquanto 28% deles consideram que os animais deveriam ser permitidos no local de trabalho.

Mais de um terço dos 1.004 entrevistados consideram que os chefes ganham pontos ao permitir a presença de cães no escritório. Já 40% dos profissionais estão convencidos de que ter o animal no local de trabalho reduz o stress e tem efeitos relaxantes.

As pessoas libertam oxitocinas – substâncias também conhecidas como hormonas do amor – quando estão em contacto com um cão, e vice-versa. Estudos científicos internacionais mostraram que um cão no trabalho contribui significativamente na redução dos níveis de stress entre os empregados ao favorecer a libertação de oxitocina, que reduz a excessiva produção de hormonas do stress, cortisol e insulina.

A Federação Protectora dos Animais Alemã também está convencida de que, em certas circunstâncias, um animal pode ser benéfico para um escritório. Para demonstrar os benefícios, a organização criou o “Dia do Colega Cão”, no qual as empresas participantes permitem que os seus funcionários levem os seus animais para o trabalho. Esta iniciativa é realizada anualmente.

 

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O envelhecimento pode definir-se como a deterioração progressiva dos sistemas corporais que reduz a capacidade do organismo para manter o equilíbrio, quer internamente, quer com o meio ambiente. Em geral considera-se um animal “geriátrico” ou “sénior” quando ultrapassa os oito anos de idade. No entanto, a idade não é uma doença em si mesma, mas as alterações inevitáveis dos processos biológicos provocam uma diminuição das habilidades dos animais para fazer frente aos factores stressantes internos e externos.

O síndrome da disfunção cognitiva consiste nas alterações de conduta que aparecessem em alguns cães de idade avançada como consequência da degeneração do sistema nervoso central e que não se podem atribuir porventura a outra patologia. Alguns autores comparam a SDC com a doença de Alzheimer nos humanos, não só pela similitude dos seus sintomas mas existe um processo equivalente.

Esteja atento a estes Sintomas:

Desorientação: défices na orientação espacial e confusão, dificuldades no reconhecimento de pessoas e lugares, deambulam pela casa sem rumo;

Alterações no ciclo de vigila-sono: sono diurno, vigilia nocturna, sono nocturno interrompido;

Relações sociais alteradas: irritabilidade, confrontação;

Hábitos de eliminação alterados: micções e/ou defecações inadequadas.

Para diagnosticar estes casos o veterinário terá de fazer um diagnóstico de exclusão, excluindo todas as possibilidades de afecções sistémicas que possam estar presentes.

Para actuação destes casos deverá ser modificada a conduta do animal e o seu contexto. O maneio nutricional é também muito importante através de suplementos dietéticos e alimentos específicos. A terapia farmacológica é também uma opção.

Esteja atento a quaisquer alterações no seu animal, lembre-se que há sempre um Dr. Bigodes perto de si.

 

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A lagarta do pinheiro, vulgarmente conhecida como ” processionária ” desloca-se em fila/procissão e é um insecto da família Thaumetopoidea. Esta lagarta afecta os cedros e os pinheiros, encontrando-se por vastas regiões do país.

Os casos de intoxicação por processionária são mais frequentes a partir da primavera e inicio de verão, uma vez que o período mais húmido, de outubro ao inicio do inverno, favorece a eclosão das larvas dos ovos deste insecto. No seu estado adulto estas larvas adquirem pêlos urticantes característicos desta espécie com elevado poder alergénico. Os pêlos urticantes da lagarta do pinheiro actuam como agulhas quando entram em contacto com pele e mucosas do animal ou pessoa, inoculando substâncias tóxicas no organismo. Os cães movidos pela curiosidade e brincadeira sentem-se atraídos por esta ” procissão ” sendo os principais atingidos.

Sinais clínicos:

– Focinho inchado,

– lingua espessada podendo apresentar cor azulada,

– Hipersalivação excessiva,

– comichão e vómito, entre outros sinais menos relevantes.

Trata-se de um diagnóstico sem precedentes uma vez que facilmente o cão pode estar a passear com o dono sem trela, afastar-se momentaneamente, sendo que o dono não saberá ao certo onde andou, o que cheirou ou o que comeu. A reacção alérgica que o animal desenvolve face aos pêlos urticantes provoca uma inflamação dos vasos sanguíneos que condiciona a chegada de oxigénio às zonas afectadas, predispondo para a morte (necrose) – e queda de parte – da língua e dos lábios.

Prevenção:

Evite passear o animal em zonas florestais ou onde existam pinhais que possam estar afectados, principalmente na primavera.

Não exite em contactar o seu Dr. Bigodes em caso de dúvidas ou esclarecimentos.

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Facto: Os cães podem cheirar a hipoglicemia

Soa como um episódio da Lassie, mas é verdade. Os cães podem cheirar uma descida brusca, e por ventura perigosa, do açucar no sangue do seu dono diabético e alertam a pessoa tocando com a pata, lambendo ou ladrando. Alguns cães são até mesmo treinados para servir de cães alerta para tal. O seu sentido de olfato para a hipoglicemia ( baixa concentração de açucar no sangue ) está correcto 90% das vezes, segundo os seus treinadores.

Facto: Os cães podem aprender 250 palavras

As raças mais inteligentes e melhor treinadas podem ser comparadas com uma criança de 2 anos no que diz respeito à sua facilidade em compreender o discurso humano, segundo uma pesquisa de Stanley Coren, escritor norte-americano que públicou o livro A inteligência dos cães traduzido em 26 idiomas. Estes cães podem entender mais de 250 palavras, enquanto a média de um cão com padrão normal pode vir a entender 150 palavras. Os cães mais inteligentes neste tipo de pesquisa são: Border Collie, Poodle, Pastor alemão, Golden retriever e o Doberman Pincher.

Mito: Os gatos podem “cair” de pé

Os gatos são campeões em “aterrar no chão” e conseguirem manter-se de pé em curtas distâncias, graças à sua elevada flexibilidade da espinha dorsal. Mas por vezes os gatos também podem cair com a sua cabeça, os seus corpos podem bater fortemente no chão se a distância é maior, causando graves ferimentos ao animal. Os gatos com acesso a uma janela aberta, num apartamento com alguns andares, pode focar a sua atenção nos pássaros que sobrevoam ali perto, uma vez que os gatos adoram estar à janela. Por vezes perdem o balanço quando estão a tentar “caçar” e caiem sendo conhecidos como a síndrome do gato paraquedista!

Mito: Cão com cauda a abanar, cão feliz!

Um cão abana a cauda de três maneiras muito diferentes, mas apenas uma significa que está feliz. Quando a cauda está invulgarmente elevada e erecta, o cão está agitado, nervoso, atento e pronto para proteger o seu terreno. Uma cauda baixa e a abanar com movimentos rápidos e muito próxima entre as duas pernas mostra um animal submisso e assustado. Um cão feliz abana a sua cauda de uma maneira natural, numa posição média e, assim como as suas orelhas, boca e corpo estão também relaxados.

Mito: Os cães veem a preto e branco

Segundo os investigadores e cientistas, os cães conseguem identificar as cores como azul, violeta, amarelo, e mais algumas tonalidades de cinzento que os humanos. Os cães conseguem ver também melhor com uma baixa intensidade de luz e conseguir apanhar o mais ténue movimento, uma caracteristica que faz deles uns excelentes caçadores. Os cães veem ainda uma mistura de cores entre o vermelho, laranja e o verde, não conseguindo identificar com precisão qual delas parece ser. A isto chama-se daltonismo para estes três tipos de cores. Está confirmado a nivel científico através do estudo das suas células cone nas retinas oculares dos seus olhos.

Mito: Nariz quente, cão doente

A temperatura do nariz de um cão muda facilmente e esse facto não é um bom indicador de doença. O nariz pode estar quente e seco depois de ter estado deitado ao sol ou frio e molhado por ter mergulhado o focinho na tijela de água. Os sinais mais indicativos de doença são a letargia ( apatia ), perda de apetite, vómito, tosse, ou uma temperatura corporal acima dos 39.5Cº através de um termómetro rectal. Nariz molhado? São muitas vezes as lágrimas que passam através de ductos lacrimais até ao nariz!

Mito: Os gatos precisam de leite

O mito de longa data sobre a necessidade de oferecer leite aos gatos está errada, e dar ao vosso gato uma tijela de leite de vaca pode fazer com que apareça diarreia. Os gatinhos bebem o leite da sua mãe nas primeiras etapas da sua vida, para que possam obter os anticorpos e as defesas da progenitora. Na idade adulta os gatos perdem a lactase ( enzima que degrada a lactose do leite ), o resultado origina uma “bagunça” muito desagradável: a diarreia.

Facto: O fumo pode matar

Sabia que 80% do fumo do tabaco é invisivel? Este fumo aumenta o risco de, pelo menos, dois tipos de cancro fatais em gatos: o linfoma e o carcinoma oral. Os gatos chamados “indoor” ( aqueles que não têm acesso à rua e estão sempre no interior das suas casas ), estão expostos a uma dose dupla de toxinas apenas por respirar o fumo dos cigarros directamente do ar e eliminando os residuos do seu pêlo através da higiene diária que os gatos fazem ao lamber-se. Os cães com nariz e focinho comprido podem desenvolver tumores nasais apenas por viver com um fumador, enquanto que os cães de nariz achatado e focinho pequeno estão mais predispostos a ocurrência de cancro do pulmão.

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Uma alimentação correcta desde bébé é essencial para a saúde do seu gatinho.  Utilize sempre recipientes próprios e mantenha-os sempre limpos. Deve colocá-los fora da área de higiene do gato e fora do local de refeições da familia. O bebedeouro deve ter peso para que não se vire facilmente. O comedouro deve ser estável porque os gatos gostam de escavar os alimentos para fora do comedouro. Os gatos têm diferentes necessidades alimentaresao longo da vida e há que ter isso em conta quando se escolhe uma ração. Independentemente da que escolher, o importante é não fazer alterações bruscas, ou seja, deve fazer uma mudança gradual durante 5 a 7 dias pois ao fim desse periodo de tempo o aparelho gastrointestinal já estará habituado à nova comida.

Não alimente o seu gatinho em excesso poi sisso contribui bastante para o desenvolvimento de futuros problemas, tais como diabetes e lipidose hepática. Não lhe dê chocolate ou cebola pois são alimentos tóxicos para ele. Procure informar-se sobre mais detalhes da aimentação junto ao seu Dr. Bigodes, que melhor que ninguém, poder-lhe-á dar as informações necessárias.

LEITE

Regra número 1: não dar leite de consumo humano a gatinhos bebés! É um erro extremamente comum que lhes pode provocar diarreias, principalmente após as 4 semanas de vida, uma vez que os gatos perdem a lactase, enzima que degrada a lactose presente nos lacticínios. Existem leites próprios para gatos à venda nas lojas especializadas. Informe-se com o Dr. Bigodes qual o melhor leite de amamentação para o seu gatinho.

 

RAÇÃO HÚMIDA

Este tipo de comida é mais palatável para o seu gatinho, o que não quer dizer que seja a mais adequada. É, pelo contrário, a grande responsável pela formação e acumulação de tártaro e mau hálito. Tem ainda o inconveniente de se degradar com maior facilidade quando deixada ao ar, devido ao elevado teor de água. Frequentemente é também responsável por diarreias e problemas gastrointestinais.

 

RAÇÃO SECA

É suficiente para suprir todas as necessidades alimentares do seu gato. Basta fornecer-lhe pequenas quantidades e não se degrada facilmente. Além disso, o pêlo do gato fica mais brilhante, e as fezes são mais consistentes. Deve ter sempre um recipiente com água disponível, pois a ração seca provoca muita sede.

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O que é?

O vírus da leucemia felina ( FeLV ) é um retrovírus responsável por uma das doenças infecciosas mais comuns e que, juntamente com o FIV ( vírus da imunodeficiência felina ), põem em risco o bem-estar e a vida dos gatos em todo o mundo. Esta doença afecta apenas os gatos e não pode ser transmitida ao homem.

Como se dá o contágio?

O vírus é transmitido de um gato para outro principalmente através da saliva, lambedura, mordidas e partilha de comedouros, bebedouros e caixas de areia, além do contacto sexual. Também os gatinhos podem nascer infectados por meio de contaminação da placenta e da amamentação. Cerca de 80% dos filhotes que adquirem o vírus nestas condições morrem na fase natal ou neonatal e os que resistem podem manter uma viremia persistente. Após a infecção pelo vírus da leucemia felina os gatos com o sistema imunológico competente podem combater e eliminar o vírus na fase inicial; já os animais com sistema imunológico debilitado permanecem contaminados, dando origem a diversas complicações sistémicas. Os gatos portadores assintomáticos e aparentemente saudáveis podem transmitir FIV e FeLV por não apresentarem sinais clínicos da doença durante semanas, meses ou mesmo anos após o contágio inicial, tornando-se fontes de contágio para outros indivíduos. Por isso é muito importante que qualquer novo gato que seja trazido para dentro de casa e que venha da rua ou de gatil seja testado antes de ter contacto com outros gatos residentes.

Grupos de risco

Frequente em ambientes com elevada densidade de gatos e animais que têm acesso à rua mesmo por períodos curtos de tempo.

Sinais clínicos

Muitos gatos apresentam uma fase assintomática ( ausência de sintomas ) da doença o que faz que sejam portadores silenciosos. Com o tempo os sinais clínicos da FeLV que irão aparecer estarão ligadas às infecções secundárias e à imunosupressão como:

> halitose devido a gengivites e estomatites;

> otites e dermatites recurrentes;

> anemia e infecções das vías respiratórias;

> fibrosarcomas

Como é baseado o diagnóstico?

Baseia-se no histórico médico e sinais clínicos do gato. Existe um kit de diagnóstico que permite que o exame seja feito no próprio domicílio do animal. No entanto tem-se verificado um enorme número de falsos positivos nestes exames o que implica, caso o exame indique positivo, que o seu animal repita o teste para confirmação num espaço de um a dois meses.

Prevenção

> manter o animal exclusivamente dentro de casa para prevenir que ele entre em contacto com agentes causadores da doença;

> faça check-ups regulares ao seu gato incluindo exames de sangue e de urina;

> dieta de qualidade especialmente aqueles animais fragilizados;

> castração do seu gato ajuda!

> se o seu gato for positivo este deverá ser isolado permanentemente de outros gatos para prevenir um contágio aos restantes indivíduos.

> vacine o seu gato contra a FeLV

Fale com o seu Dr. Bigodes e obtenha informações adicionais sobre esta e outras doenças!

 

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O que é?

A Leishmaniose canina é uma doença infecciosa grave entre cães e que é também uma zoonose ( doença que se pode transmitir dos animais para o homem ). O responsável por esta doença é um protozoário da espécie Leishmania infantum que se localiza sobretudo na medula óssea, gânglios linfáticos, baço, fígado e na pele. Está presente no sul da Europa, no norte de África, médio oriente, China e América do sul. Em Portugal as zonas endémicas são sobretudo Trás-os-montes, Beira interior, Lisboa e vale do Tejo, Alentejo e Algarve, mas afirma-se que o parasita estará presente em todas as regiões do país.

 

Como se infecta o animal?

O parasita é transmitido ao cão e ao homem através da picada de insectos flebótomos fêmeas que têm como pico da sua actividade as horas do dia com menor luminosidade, especialmente a madrugada e o entardecer. Estes insectos vivem nos refúgios de animais,habitações, caixotes do lixo, jardins, matas, etc. Entre os animais com maior risco de apanhar a doença encontram-se os animais de pêlo curto, os que vivem no exterior da casa, os cães de raças exóticas e com idade igual ou superior a 2 anos.

 

Sinais clínicos mais frequentes:

Após o período de incubação que varia entre 1 mês a 2 ou mais anos apresentam-se frequentemente:

> linfoadenomegalia ( gânglios linfáticos aumentados )

> Onicogripose ( crescimento e espessamento exagerado das unhas )

> Úlceras e descamação da pele

> Perda de peso, alterações das articulações e atrofia muscular

desenvolvimento de insuficiência renal crónica, a qual, geralmente, é a principal causa de morte por leishmaniose canina.

A Leishmaniose canina apresenta diferentes sinais clínicos e diversos graus de gravidade, podendo estar associada a outras doenças concomitantes.

 

Como é feito o diagnóstico?

Essencialmente clínico e comprovado por análises laboratoriais. Deverá ser testada a função renal e hepática no seguimento do tratamento do animal.

 

Tratamento

É uma doença fatal caso não seja tratada, e mesmo com tratamento os animais infectados podem morrer.

O tratamento médico tem como objectivo controlar a carga de leishmanias no animal, contudo na maioria das vezes não é possivel eliminar a infecção podendo haver recidivas.

Caso os donos não optem pelo tratamento, é obrigatória a eutanásia do animal, uma vez que sem o tratamento a doença é mortal e eleva o risco em termos de Saúde Pública. Esta obrigatoriedade advém do Decreto-Lei  nº314/2003 de 17 de Dezembro.

 

Prevenção

A Prevenção é a medida mais importante para a saúde do animal uma vez que os tratamentos existentes não permitem eliminar definitivamente a infecção, podendo os animais apresentar recidivas passados meses a anos. Já se encontra disponível uma vacina contra a Leishmaniose canina na Europa que tem como objectivo estimular o sistema imunitário do animal para que este responda rapidamente em caso de contacto com o parasita.

Além da vacina devem ser aplicadas várias medidas preventivas:

> uso de coleiras/pipetas repelentes dos flebótomos

> evitar os passeios ao entardecer e amanhecer como acima referido

> boa alimentação, vacinação e desparasitação regular

> todos os animais infectados devem continuar a colocar repelentes de mosquitos para evitar contagio aos demais

Deve também fazer, anualmente, o despiste da infecção de modo a detectar precocemente o parasita, sobretudo se o seu cão vive numa área endémica. 

INFORME-SE JUNTO DO SEU DR. BIGODES SOBRE ESQUEMA VACINAL PARA A LEISHMANIOSE, DESPISTE DA INFECÇÃO E QUAISQUER OUTRAS QUESTÕES !