images

Escrito em por na categoria Curiosidades.

No mês de Outubro (mês do Dia Mundial dos Animais) o Dr. Bigodes resolveu traçar a vida do seu animal de estimação, desde que nasce até chegar a si, e falar-lhe de todas as implicações e responsabilidades que é ter um animal e mostrar-lhe que não é assim tão diferente de ter um filho.

Compra vs Adopção

Quando se toma a decisão de ter um animal de estimação, várias são as questões que se colocam, sendo que a primeira de todas é: Onde? Numa loja de animais ou canil municipal?

Quer opte por um canil ou uma loja, certifique-se que a mesma se encontra devidamente licenciada, a origem dos animais e qual o criador implicado no caso das lojas.

Lembre-se: boas práticas incentivam boa qualidade, seja a nível de saúde, bem-estar e dignidade dos animais, seja mesmo de saúde pública.

Registo e microchip

O passo seguinte passa pela visita ao médico veterinário e registo, sendo que, a implementação do microchip nos cães é obrigatória para todos os nascidos a partir de Julho de 2008, bem como o registo na Junta de Freguesia da sua área de residência. O seu animal passa a constar num sistema de serviço de identificação e registo animal, que poderá tornar mais fácil a identificação do mesmo em caso de fuga.

Convívio com a família

Hoje em dia, um animal de estimação é um membro acarinhado da família, companheiro fiel de brincadeiras, noites em claro e aflições. Dificilmente se poderá olhar para um animal, que tanto nos dá, como uma mera coisa, equiparando-o a um objecto como uma cadeira ou um candeeiro.

E em caso de divórcio ou separação?

Aqui é mais complicado, apesar do divórcio ser uma realidade constante na sociedade ocidental, certo é que a regulação das responsabilidades para com os animais já não será tão líquida. No entanto, os animais não têm a mesma “sorte” que as crianças, que estando tuteladas pela lei, estes não terão a vida facilitada para eles. É quando olhamos para o estatuto legal de “coisa” que é, ainda, aplicável ao animal que este poderia ser equiparado a património, porém, é ai que entra o carácter afectivo das relações que nos unem aos animais e a questão não é facilmente resolvida.

Exemplos no estrangeiro

Se atentarmos ao que se tem passado nos outros países quanto a esta questão, vemos que as soluções vão de um extremo ao outro, mas existe regulação. Nos Estados Unidos o sistema é muito simples e claro: os animais são considerados propriedade e, portanto, fica com eles quem os comprou ou quem tem o nome na caderneta do pedigree. Já no Brasil a matéria também já se encontra muito bem regulamentada, sendo que está mesmo definida a possibilidade de pedir pensões de alimentos para os animais e de estes ficarem com os donos que revelem melhores características para tomar conta deles e definir dias de visita.

Em Portugal

Por cá ainda estamos em “águas de bacalhau”. Há sempre a opção do casal chegar a acordo de vontades sobre quem fica com o animal e se haverá “guarda partilhada” do mesmo e em que termos. Porém, se tal não for possível, o recurso aos tribunais ainda reveste contornos duvidosos, pois que se se trata de património, a questão, terá de ser julgada num tribunal cível, contudo, se tal caracterização não for levada em consideração, então recairá no âmbito dos tribunais de família e menores.

A evoluir para um bom caminho

Para que seja mais fácil de tratar estas situações, tem sido apontada a analogia com a regulação de responsabilidades parentais dos menores, sendo que , se houver também menores envolvidos, ainda se torna mais fácil, bastando que se determine que o animal acompanha o menor para a situação estar resolvida.

4 de Outubro

Portanto, neste Dia Mundial dos Animais, valorize e estime o seu animal de quatro patas, porque como pode ver, as peripécias por que pode passar, neste caminho que faz consigo, também não são fáceis, mas o amor e dedicação que terá por si será incondicional e impagável.

 

 

img_905x603$2016_04_13_17_41_13_527798

Escrito em por na categoria Sem categoria.

A GNR anunciou esta quarta-feira que entre Janeiro de 2015 e Março de 2016 levantou 204 autos de contraordenação a proprietários de estabelecimentos e a particulares da região da Serra da Estrela que vendem cães.

” Desde 1 de Janeiro de 2015 até 31 de Março de 2016, a Equipa de Protecção da Natureza e Ambiente (EPNA) do destacamento territorial da GNR de Gouveia efectuou 300 fiscalizações e levantou 204 autos de contraordenação”, disse à agência Lusa fonte do Comando da GNR da Guarda.

Segundo a fonte os autos foram passados na área geográfica de Gouveia e de Seia, na Serra da Estrela, a comerciantes e a particulares que se dedicam à venda de cães da raça Serra da Estrela e são proprietários de canídeos.

As contraordenações, remetidas pela GNR para as autoridades competentes ( DIrecção Geral de Alimentação e Veterinária, Câmaras municipais e juntas de freguesia) foram originadas por falta de licenciamento para a venda dos cães, falta de boletim sanitário e pela constatação de condições inadequadas de alojamento dos animais.

A fonte indica que as situações denunciadas dão conta de “casos de cães que estão à chuva, à neve e ao frio”, havendo a preocupação de sensibilizar os autores destas práticas para que “se abstenham das mesmas.”

Para a GNR da Guarda, o bem-estar dos animais “tem sido uma preocupação constante”, daí que os militares do Comando Territorial continuem “atentos aos ilícitos cometidos no âmbito desta matéria”.

O PAN – Partido Animais Natureza anunciou na semana passada que denunciou junto do ministério público da comarca da Guarda alegadas situações de maus-tratos animais, nomeadamente cães, numa zona de acesso ao maciço central da Serra da Estrela.

Alimentar-Cão-Que-Não-Gosta-De-Comer-11

Escrito em por na categoria Curiosidades.

Um estudo levado a cabo por investigadores das universidades Ludwing Maximilian, da Alemanha, e North Caroline State, nos EUA, e da clínica Advetia, em França, identificou os alergénios que, com mais frequência, produzem alergias alimentares em cães e gatos.

Tendo como ponto de partida os alergénios mais comuns, os investigadores procuraram estabelecer quais os que mais frequentemente são responsáveis pelas alergias alimentares em cães e gatos.

Os resultados agora publicados mostram que entre os alergénios mais comuns para cães estão a carne de bovino, os lacticínios, a carne de frango e o trigo. Já no caso dos gatos, os alergénios mais comuns são a carne de bovino, o peixe e a carne de frango.

De acordo com os responsáveis pelo estudo, quando se realiza um teste com uma dieta de eliminação para diagnosticar uma alergia alimentar em animais de companhia, deve-se começar com estes alimentos, deixando-se para o fim os alimentos que produzem alergias com menos frequência.

 

medicamentos

Escrito em por na categoria Curiosidades.

Um estudo britânico, recentemente publicado pela seguradora MORE TH>N, revela que cerca de 1,4 milhões de proprietários de animais de estimação dão medicamentos para humanos aos seus animais para evitar as idas ao veterinário.

De acordo com o estudo, no top dos medicamentos para humanos mais dados a animais de estimação pelos britânicos estão fármacos como anti-histamínicos (36%), paracetamol(28%), cremes antissépticos (21%), ibuprofeno (17%) e aspirina (14%).

O inquérito foi realizado a 1000 donos de animais de companhia do Reino Unido e revela que um em cada 20 donos de animais admite já ter dado batidos de proteínas aos seus animais, assim como barras energéticas e comprimidos de dietas para manter o animal em forma.

O estudo indica também que nos últimos 12 meses, alguns destes donos de animais de companhia admitem já ter dado medicamentos para humanos ao seu animal em média sete vezes.

35% indica que o fez para evitar custos com visitas ao médico veterinário, 21% acredita que a lesão não justificava uma ida a uma clínica veterinária, 33% fê-lo para aliviar a dor do animal e 27% acreditava que os medicamentos para humanos poderiam ser utilizados em animais de companhia.

Andrew Moore, médico veterinário envolvido no estudo, explica que “os donos de animais arriscam causar sérios riscos ao bem-estar dos seus animais ao darem-lhes medicamentos concebidos para humanos, como insuficiência hepática ou danos nos rins”.

transferir

Escrito em por na categoria Curiosidades.

Com a votação final global do Orçamento do Estado em aberto, o PAN vai propor, na especialidade, a dedução das despesas com os veterinários, tendo em conta que “metade dos portugueses têm animais de companhia”, segundo o deputado André Silva.

Nas deduções em IRS, pretende a criação da nova categoria de “sustentabilidade”, com um tecto de mil euros para bicicletas, painéis solares e veículos eléctricos que teriam 15 % de dedução.

 

Gatos-2-

Escrito em por na categoria Curiosidades.

Para percebermos a importância da caixa de areia é essencial perceber como é que o gato organiza o seu território.

No território do gato há uma zona para descansar, outra para eliminar (urinar e defecar), outra para comer, outra para brincar; estas zonas como a de comer e a de eliminar não se devem sobrepor.

Ideias erradas

Temos, erradamente, tendência a humanizar o comportamento dos nossos gatos quando o analisamos. É assim frequente ouvir nas consultas: “O meu gato é tão asseado, vai sempre à caixa de areia”. Ou, pelo contrário: “Esqueci-me de limpar a caixa de areia e para se vingar o meu gato urinou fora!”.

Mas nenhuma destas ideias é correcta. O gato urina na caixa de areia, sobretudo por uma questão de sobrevivência, quanto menos pistas deixar, mais dificilmente é descoberto por eventuais predadores. Este comportamento surge desde muito cedo e não necessita de ser aprendido, o que para nós é espectacular.

Fora do sítio…

Seguindo a mesma lógica, o gato urina fora do local habitual essencialmente quando precisa de dizer, nomeadamente em alturas de acasalamento, “este território é meu” e por isso precisa de o marcar.

O gato também urina ou defeca fora da caixa por razões relacionada com a própria caixa ou porque apresenta algum tipo de desconforto que perturba a sua rotina. Por algum motivo, que tem que ser avaliado, o gato precisa de realizar marcação territorial ou o seu território de eliminação deixou de ser seguro.

Não podemos abusar!

O gato adapta-se de um modo incrível às nossas vidas. Somos nós que escolhemos o local onde o gato vai eliminar, então no mínimo respeitemos as suas necessidades. Na prática isto significa que:

– A caixa de areia deve estar longe do comedouro e do bebedouro (que por sua vez também devem estar afastados);

– A caixa deve ser grande de modo a que o gato de movimente facilmente dentro dela;

– O tipo de areia deve ser agradável ao toque, como por exemplo as aglomerantes (sem perfume);

– A caixa deve estar sempre limpa, pois caso contrário já não serve para ocultar os odores;

– Ter sempre uma segunda caixa de areia (mais uma caixa que o número de gatos).

Não castigue!

Fezes e/ou urina fora da caixa, não significa vingança, falta de asseio ou birra, é antes um SOS do seu gato, que justifica uma ida ao veterinário. Nunca, mas nunca castigue o seu gato, não só não vai melhorar a situação como certamente vai piorar.

A boa notícia é que, com o devido acompanhamento estes casos têm um bom prognóstico.

 

muchos-gatos

Escrito em por na categoria Curiosidades.

Apesar de haver gatos de aparência muito diferente, as suas variações morfológicas não influenciam o seu temperamento. O comportamento que podemos esperar de todos os gatos é similar: animal independente , muito ligado a casa, tendência para vaguear, introversão e sigilo são a norma.

A personalidade do gatinho

Quando observamos diferenças são sempre relacionadas com a personalidade do gatinho que é variável e produto tanto da sua herança genética como do meio ambiente em que foi criado. Uns gatinhos são mais sociáveis, alegres e até descarados, enquanto outros são mais retraídos e tímidos.

Amor à primeira vista

Em consequência, a eleição de um gato vem marcada pela sua aparência física e não pelo seu temperamento. Nos gatos, tudo é amor à primeira vista, uma preferência pessoal fundamentada em razões estéticas e emocionais.

A ter em conta…

É importante tomar em consideração outros factores igualmente importantes. O comprimentos do pelo e o seu tipo, por exemplo, condicionarão seriamente o tempo que dedicamos à sua manutenção e também à limpeza da casa, já que determinados exemplares soltam muito pelo.

Condições climatéricas como o frio, o calor ou a humidade, também condicionam a posso de certas raças, como os gatos sem pelo.

Um gato de raça

Optar por um gato de raça é uma opção pessoal. Se é o seu caso, deve saber que estes animais têm um preço elevado. Opte por procurar um criador reconhecido no Clube Português de Felinicultura.

Alguns pontos

Para comprar um gato de raça siga os seguintes pontos:

– Visite vários criadores com ninhadas antes de eleger o seu gatinho,

– Receie aqueles criadores  que têm muitas ninhadas, pois os seus animais podem estar em más condições de higiene e saúde,

– Comprove que o gatinho tem as vacinas em dia e todas as desparasitações apropriadas, se tem o boletim sanitário assinado e aprovado por um médico veterinário certificado, e que lhe entregam o seu pedigree,

– É preferível que peça uma factura, pois é a única forma de reclamar caso o seu gatinho tenha alguma doença oculta ou defeitos congénitos.

Gato ou gata?

Os gatos não têm personalidades muito distintas devido ao sexo. Ainda que algumas fêmeas sejam mais carinhosas e caseiras do que os machos. No entanto, podem surgir certos inconvenientes ligados ao sexo. Os machos adultos têm necessidade de marcar o seu território com urina e arranhadelas. Para marcar o território com urina, o gato levanta os quartos traseiros, fazendo um movimento similar ao caminhar, sacode a cauda e expele uma pequena quantidade de urina sobre uma superfície vertical, deixando uma evidente marca de odor. Também fogem de casa em busca de fêmeas, a partir da puberdade.

As fêmeas têm um cio muito incómodo de suportar, que chega a ser contínuo, durante desde o inicio da primavera até à chegada do inverno. O cio é acompanhado de miados, constantes e lastimosos, e muitas vezes, de uma gravidez indesejada.

Estes problemas são eliminados com a esterilização. Por isso, o importante não é a dúvida entre escolher um macho ou uma fêmea, mas saber se está disposto a esterilizar o seu animal de companhia.

 

1

Escrito em por na categoria Curiosidades.

Este gato majestoso é muito sociável e meigo, com um temperamento equilibrado e inteligente. Adora interagir com pessoas e, apesar de gostar muito de dormir, adora brincar e realizar actividade física.

Um pouco de história

Apesar das origens da raça terem sido perdidas ao longo do tempo, pensa-se que tenham sido trazidos para a Noruega pelos Vikings para ajudar a manter as vilas sem ratos. Os ancestrais destes gatos desenvolveram uma pelagem densa e um poder excepcional para poderem sobreviver.

Gosta de trepar 

Voltando à sua origem nas florestas escandinavas, esta raça tem uma tendência natural para trepar. Aprecia ter espaço para brincar e movimentar-se, mas subir para uma zona alta é uma alegria para estes gatos. Uma árvore para gatos e momentos para brincar são essenciais para o bem-estar daqueles que vivem exclusivamente dentro de casa.

Principais sensibilidades

O bosques da Noruega tem uma pelagem dupla única, com uma camada única superficial muito espessa composta por pelos impermeáveis e densos e um subpelo lanoso, o que significa que está muito bem protegido pelo frio.

A pelagem dupla, com uma textura única e densa e um subpelo abundante, fazem com que o bosques da Noruega evidencie um elevado risco para ingerir pelos que depois podem dar origem a bolas de pelo, especialmente durante a época da muda de pelo. É por tal motivo, importante a escovagem.

A estrutura larga, elegante e sólida combinada com uma tendência natural para ganhar peso, faz com que estes gatos necessitem de várias oportunidades para realizar exercício físico, em conjunto com uma alimentação adequada oferecida nas doses recomendadas.

A cabeça do bosques da Noruega é triangular com um perfil longo e afunilado. O focinho segue a linha triangular da cabeça e as mandíbulas fortes necessitam de um alimento que tenha um tamanho e uma forma adaptados que encorajem o gato a mastigar. Este comportamento alimentar vai permitir proteger o gato contra a formação de placa dentária.

Conselhos

O bosques da Noruega deve ser penteado e escovado com regularidade para evitar a formação de nós. Durante o período de muda de pelo, que é bastante significativa , deve ser escovado diariamente.

 

puppy milk replacer

Escrito em por na categoria Curiosidades.

A limpeza dos cachorros

É usual pensar-se que o banho é prejudicial para os cachorros, especialmente quando são muito pequenos. Isso é falso, o banho não provoca doenças mas pode preveni-las. Devemos distinguir o banho de acordo com as condições em que este se realize, se a temperatura da água é correcta e o cachorro fica seco convenientemente ao abrigo de correntes de ar ou frio, não há porque ter medo.

Depois do parto a fêmea banha de forma natural os cachorros, lambendo-os insistentemente até que os deixa limpos.

Podemos limpar o cachorro órfão com uma espuma seca especial para este fim, ou simplesmente com um algodão empapado em água morna com sabão, secando-o bem e evitando que fique exposto ao frio.

A mãe limpa os cachorros

Em condições normais a mãe limpa os cachorros, incita-os a defecar lambendo as suas partes genitais e, depois, ingere as suas fezes. Esta é a razão porque na primeira semana de vida dos cachorros a caixa parideira se encontra sempre completamente limpa. No caso de um cachorro órfão somos nós que temos de suprir esta tarefa materna.

Um ambiente seco e quente

O cachorro criado artificialmente deve permanecer num ambiente seco e quente. O mais cómodo é tê-lo numa cesta ou caixa de madeira situada perto de um foco de calor artificial e com o fundo coberto de um material absorvente que mudaremos com frequência para que se mantenha limpo e seco, evitando o aparecimento de dermatites.

O leite adequado

Os cachorros recém-nascidos têm o seu aparelho digestivo preparado somente para digerir o leite da sua espécie. De uns mamíferos para outros (vaca, cabra, cadela, etc) a proporção dos componentes do leite (proteínas, hidratos de carbono e lípidos) varia notavelmente.

Recorre-se com frequência ao leite de vaca por ser mais fácil de adquirir, sendo um erro que provoca diarreias graves, desidratação e morte do cachorro. O leite de vaca segundo a sua natureza é inadequado para o cão.

Escolha do leite

Recorra a uma das opções:

– Leite de cadela em pó, indubitavelmente a melhor opção, comercializado no mercado por diferentes marcas de alimentação canina;

– Leite para humanos de venda em farmácia, em apresentação concentrada ou desidratada. Estes leites são de alta qualidade e apresentam uma palatibilidade que faz com que sejam imediatamente aceites pelo cachorro.

Ideias erradas

Sempre que seja possível fugiremos das fórmulas tradicionais, conservadas de boca a boca, em que se mistura leite de vaca com gema de ovo e outros produtos similares. São misturas pesadas, contaminando-se facilmente e os resultados não são animadores.

O biberão

Podemos usa rum biberão de bebé com tetina fina anti soluços que assegura um fluxo constante de alimento. É importante que o final da tetina seja liso e que não termine com um formato maior ou mais largo.

Como dar de mamar

O biberão dá-se ao cachorro ligeiramente inclinado. É conveniente colocar à frente do cachorro o antebraço ou um rolo de tecido para que este possa realizar os movimentos de pedalar naturais da espécie, como se estivesse a mamar na teta da sua mãe. Se o cachorro suga ar pode entrar liquido para os pulmões, o que provocaria uma pneumonia, por isso, não se deve forçar a ingestão do leite. Após cada refeição devemos provocar o arroto, acariciando a barriga do cachorro.

Ingestão do colostro

O cachorro recebe as primeiras defesas perante as doenças infecciosas próprias da sua espécie pela mãe, através da placenta. Por isso a importância de desparasitar e vacinar as cadelas. As defesas com que o cachorro nasce são aumentadas com a ingestão do colostro (o leite produzido pela cadela logo após o nascimento), cuja composição não difere muito do leite, mas é muito rico em anticorpos sob a forma de imunoglobulinas que o protegem contra doenças.

O ideal é que o cachorro possa mamar este leite durante as primeiras 24 horas de vida, mas se isso não for possível devemos protege-lo com soros ou gammaglobulinas indicadas pelo médico veterinário, que são umas defesas passivas até que tenha idade para ser vacinado.

 

CAC-Movimento-Enough

Escrito em por na categoria Curiosidades.

Os membros do Mov’et, grupo de médicos veterinários corredores, juntaram-se à Elanco e à CAC no passado dia 21 de Fevereiro para demonstrar o apoio ao Movimento Enough, uma acção que tem como objectivo sensibilizar a população mundial para um melhor acesso a uma alimentação saudável.

Desta feita, por cada quilómetro corrido pelos atletas do Mov’et, a CAC doou um ovo a organizações sociais que apoiam crianças e jovens. “Este foco nos mais jovens deve-se às características nutricionais intrínsecas deste alimento e que são elemento essencial numa alimentação e crescimento saudável. No final do ano alcançaram o objectivo traçado: 6000 ovos angariados”, explica o Movimento Enough em comunicado.

Os ovos foram doados às organizações sociais Ajuda de Mãe, Centro Social 6 de Maio, Associação Auxílio e Amizade, Casa dos Rapazes, Aldeias SOS e Fundação O Século.

Para 2016, o grupo Mov’et e a Elanco querem ajudar animais abandonados recolhidos por associações especializadas, com mais novidades a serem reveladas em breve.