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Abrigo convida crianças a ler para cães traumatizados para ajudá-los a confiar nos humano

Uma linda iniciativa está a chamar a atenção ao utilizar o companheirismo e o amor puro das crianças para ajudar cães que sofreram fortes traumas nas mãos dos humanos. O “Shelter Buddies Reading Program”, nos Estados Unidos da América, junta crianças entre os 6 e os 15 anos para ajudar cães com diversos traumas a interagir novamente com humanos, preparando-os para o dia em que serão integrados numa casa e ganharão uma família.

Para que a interacção seja bem-sucedida, as crianças primeiramente participam num programa treino de 10 horas para depois conhecerem os cães. Elas sentam-se na frente no canil/boxe de um cão e lêem um pequeno livro. Lindo!

 

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Quase todos os donos de cães têm uma preocupação com o pelo: saber porque cai tanto. Descartado que o animal sofre de alguma patologia que o provoque, resta pensar que há outras causas que têm a ver com isso.

O aquecimento no inverno leva à queda de pelo, também é certo que as mudanças climáticas estão a ajudar que este efeito seja possível em qualquer estação do ano. Não faz muito tempo que os especialistas demarcavam perfeitamente as épocas de muda nos cães. Actualmente, as condições do meio ambiente estão a modificar essa muda e não há um ciclo real.

Calor em casa

Se além disso, existir aquecimento permanente durante os meses de inverno, a renovação do pelo continua o seu ciclo como na estação quente, sendo cada vez mais frequente clientes nos cabeleireiros caninos com queda de pelo durante todo o ano.

Ajuda não subir o termóstato em demasia e conseguir ter uma temperatura ambiente de uns 21ºC, evitar que o cão sofra mudanças bruscas de temperatura e não escovar em excesso.

Devemos seguir os mesmo cuidados de grooming durante todo o ano, porque se o escovarmos muito mais, isso provocará um aumento da queda. O melhor é recorrer a um profissional de grooming ou até ao médico veterinário se a queda de pelo for em excesso, pois pode haver outras causas.

Proteger do frio

O facto dos cães viverem dentro de casa durante todo o ano, com os benefícios que isso tem, contribuiu para que as suas necessidades, em certa medida, tenham variado. Assim, na actualidade, não se aceita que os cães vivam permanentemente no exterior, quando são cães de companhia, por isso o seu organismo não está acostumado a baixas temperaturas como estavam os seus ancestrais e temos de lhes proporcionar um abrigo ou vestir um agasalho.

Passeios agasalhados

Os agasalhos devem ser colocados mesmo antes de sair para a rua, que é quando o cão nota mais a mudança de temperatura, mas se durante o passeio entramos numa loja ou vamos a casa de alguém tiramos o mesmo, caso contrário terá o efeito contrário e o cão terá excesso de calor. No caso de o cão sair à rua por pouco tempo e realizar um exercício intenso, não será necessário o agasalho, mas se vamos sair para passear de forma relaxada, o melhor será vestir-lhe algo. Além disso, temos de ter em conta que se lhe vestimos uma roupa temos de o vigiar, pois pode ficar preso em algum lugar.

 

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Ter um cão significa muitas vezes começar a ter que defender a comida, proteger o lixo, chinelos e outras tantas coisas. Situações clássicas do dia a dia com os nossos animais e que estão agora retratadas em banda desenhada pelo ilustrador John Huang. Este trabalho surge da convivência diária que este ilustrador tem com a sua cadela Maimai. Quem é que não se retrata nestas situações? cachorro-antes-depois-quadrinho-01

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Tem de lutar diariamente com o seu cão para recuperar os seus sapatos? Aquelas pantufas tão cómodas com que via televisão ou os seus elegantes sapatos de salto agulha são agora da propriedade do seu cão e estão inutilizados e babados? Está a educá-lo mal.

Primeiro deve saber que “destruir” não é uma característica própria de um cachorro jovem, que passa com a idade, mas a expressão de que algo não está bem. Pode ser algo tão simples como não ter brinquedos ou estes não serem adequados, mas também a expressão de males mais profundos como ansiedade, hiperactividade ou dor causada pela mudança de dentição.

Mudança dos dentes

O comportamento destrutivo nos cachorros, na maior das vezes, é a sua resposta ao processo físico de mudança de dentição. A idade em que se produz a mudança de dentição varia de umas raças para as outras, sendo também influenciada pelo meio ambiente e alimentação. Normalmente, inicia-se por volta dos 3 meses com a mudança dos incisivos e finaliza aos 7 meses com a mudança dos caninos. Entre os 4 e os 6 meses de idade dá-se a mudança dos pré-molares e molares. Essas mudanças provocam tristeza e mal-estar no cão, que procura alívio a morder objectos, como os sapatos do dono.

Explorar e mordiscar

O cachorro explora o mundo que o rodeia vendo, cheirando e apanhando as coisas com a boca. Os cães pegam tudo com a boca porque usam as suas gengivas, língua e lábios para obter informação dos objectos que estão ao seu alcance.

Mordiscar é uma actividade agradável para os cachorros, estão entretidos e consola a sua solidão, por isso quando os deixamos sozinhos em casa é o momento em que ocorrem os maiores desastres. Esta exploração oral favorece a maturidade do cão estimulando a inteligência, a boca é uma fonte de conhecimento que lhe permite descobrir as características dos objectos que o rodeiam, a sua textura, o sabor, etc, aguçando os seus sentidos, exercitando os músculos maxilares e a destreza oral. A roupa e o calçado dos donos é facilmente posta à boca uma vez que o odor da roupa o ajuda a aliviar o medo e a saudade.

Disponibilize brinquedos

É simples evitar que morda os sapatos, basta deixar-lhe uma boa quantidade de brinquedos de borracha, como bolas e mordedores. Devem ser resistentes, para que não os consiga rasgar com facilidade, não devem ser tóxicos e não deve conseguir engoli-los. Sob nenhuma circunstância deve poder brincar com um sapato velho, pois o animal não saberá distinguir posteriormente um sapato velho de um novo.

Nunca pense que o seu cão está a vingar-se de ter ficado sozinho ou que se trata de raiva. Os cães não têm maldade. Num apartamento o cão passa muitas horas fechado e não tem nada que chame a sua atenção e que lhe permita estar ocupado. Pense em actividades para o seu cão para que este esteja ocupado e deixe os seus sapatos.

Para aliviar as gengivas

Um truque caseiro para aliviar os cachorros durante a mudança dos dentes é molhar um brinquedo ou corda de roer, e colocá-lo no congelador. Quando está congelado dá-se ao cachorro para que o mordisque. Vai adormecer a sua dor nas gengivas e vai sentir-se melhor.

Coloque-se no lugar do cachorro

Vamos fingir por uns minutos que somos um cão. Coloque-se de joelhos e olhe à sua volta. O que vê? Há coisas no chão que seriam interessantes e divertidas de morder se fosse um cão? Recolha todas essas coisas e arrume-as num local inacessível ao cão. Vê portas abertas? O que há por detrás dessas portas? É um armário com um monte de coisas interessantes? Sapatos e ténis usados têm um odor especialmente atractivo para o cão. feche todas as portas que podem conduzir a problemas, não facilite.

Cuidados a ter!

Deixe todos os sapatos e outros objectos de que o cão goste fora do seu alcance. Feche a porta das divisões mais desorganizadas, onde há uma grande quantidade de objectos pelo chão ao alcance do cão, par ao manter afastado das tentações. Proporcione ao seu cão mais brinquedos que não se pareçam com os objectos do lar. Não compre brinquedos que imitem sapatos.

Proporcione ao seu cão a possibilidade de fazer muito exercício ao ar livre, isso alivia o seu aborrecimento e liberta a tensão acumulada.

 

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Muitos cães não são treinados a controlar os seus níveis de excitação e quando ultrapassam os seus limites oferecem comportamentos, tais como: correr, saltar, ladrar, movimentos copulatórios, mordiscar a roupa, braços, pernas ou até mesmo agredir outros cães que estejam presentes. Comportamentos usualmente conhecidos por deslocados, como forma de extrapolação da excitação e, como tal, de falta de auto controlo.

Definir critérios

Antes de começar a pensar nos exercícios, defina quais os comportamentos que quer que o seu cão apresente nas diferentes situações e reforce-os durante o treino. Se os seus critérios não são claros e consistentes – por exemplo, por vezes reforça quando ele se senta e outras vezes quando ele se deita – o treino nunca vai ser claro para o cão. Lembre-se que o cão não distingue se estamos com pressa para ir trabalhar ou não, ou se estamos de fato de treino ou com o nosso melhor fato. Se o seu critério permite que o cão pule ele vai pular sempre, mesmo que esteja com o seu melhor fato pronto para sair de casa para uma reunião importante.

A excitação das idas à rua!

Normalmente, o simples facto de pegarmos na trela já faz com que o cão fique num estado de excitação descontrolado e ofereça comportamentos como ladrar, pular, arranhar a porta, mordiscar, etc. Se este é o seu caso então vamos começar por mudar a associação que o seu cão tem da trela. Várias vezes durante o dia dirija-se calmamente ao local onde guarda a trela, pegue nela e antes que este fique demasiado excitado volte a guardá-la e sente-se calmamente no sofá, por exemplo. Quando for altura do passeio, dirija-se ao local da trela e prenda-a no seu cão o mais rapidamente possível.

Com o passar das repetições o cão vai perceber que pegar na trela nem sempre é sinónimo de ir passear, diminuindo consideravelmente a sua excitação.

Colocar a trela sentado

Assim que consiga ter a trela na mão sem o cão perder o controlo, peça-lhe um senta e recompense com um pedaço de comida. Vá recompensando o cão enquanto ele está sentado, se ele se levantar pare de recompensar e peça novamente um senta. Assim que o seu cão perceba o exercício vamos aumentar a dificuldade e durante o senta vamos clipar a trela no cão e continuar a recompensar, desde que ele se mantenha sentado, se se levantar recomeçamos o exercício.

Portas de acesso ao exterior

Neste momento já conseguimos ir buscar a trela sem que o cão perca o controlo, o próximo passo é conseguirmos que o cão se mantenha calmo quando saímos para o exterior.

Dirigimo-nos para a porta de saída e pedimos ao cão um senta de frente para a porta. Depois, muito calmamente, vamos colocar a mão no puxador. Se o cão se levantar retiramos imediatamente a mão do puxador e voltamos a pedir um senta. Com a mão que não está no puxador podemos recompensar o cão com um pedaço de comida por se ter sentado. Assim que conseguirmos ter a mão no puxador da porta sem o cão se levantar vamos aumentar a dificuldade e abrir um pouco a porta, se o cão se levantar fechamos imediatamente a porta, impossibilitando que este passe para o lado de fora. Recompensamos com bocadinhos de comida por se manter sentado e repetimos o exercício até conseguirmos abrir a porta na totalidade sem que o cão saia disparado.

Na hora da refeição

Agora que já consegue sair calmamente de casa outra situação que pode criar demasiada excitação ao seu cão é a hora da refeição. Se este é o seu caso então insira também uma rotina de auto controlo antes de dar a refeição ao seu cão.

Prepare a taça ou brinquedo de estimulação mental longe do seu cão e coloque num local a que o cão não consiga chegar. Vamos imaginar que estamos a fazer o exercício com a bola recheada de ração. Chame o cão, peça-lhe um senta e lentamente pegue na bola. Se o cão sair do senta pousamos novamente a bola. Voltamos a pedir o senta e repetimos o exercício até conseguirmos colocar a bola no chão sem o cão se levantar.

Brinquedos de atirar

Se o seu cão fica demasiado excitado na presença de brinquedos também pode e deve inserir exercícios de auto controlo.

Se costuma brincar com bolas, peça sempre um senta antes de atirar a bola. Nunca atire a bola quando este está aos pulos ou a tentar tirar-lhe a bola da mão. Tenha a bola fora da linha de vista do cão, peça-lhe um senta, recompense e logo de seguida atire a bola. Assim que o cão percebe o exercício e se senta com facilidade a recompensa é atirar a bola, já não vai necessitar de usar comida.

Brinquedos de puxar

Caso o seu cão prefira jogar ao puxa com cordas, ou brinquedos desse género, deve igualmente inserir na rotina de brincadeira exercícios de auto controlo. Antes de apresentar o brinquedo peça um senta, recompense e logo de seguida diga a palavra “pega” e apresente o brinquedo ao cão iniciando a brincadeira. Caso este tente chegar ao brinquedo antes de ouvir a palavra “pega” esconda o brinquedo e recomece o exercício.

Pratique diariamente!

Estes são apenas alguns exemplos de situações onde os exercícios de auto controlo são úteis, mas existem muitas mais. Se alguma situação faz com que o seu cão fique demasiado excitado ou frustrado é uma situação onde é benéfico o uso destes exercícios. Pratique exercícios de auto controlo diariamente até que o cão os execute de forma automática. Estes exercícios são muito importantes e extremamente úteis para a nossa convivência com os nossos cães. Divirta-se enquanto treina!

 

 

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Muitas são as raças de tamanho pequeno que se adaptam sem dificuldade a viver num apartamento, especialmente as chamadas de cães de companhia.

Adaptação às nossas necessidades

Quando nos preparamos para escolher uma raça com um tamanho adequado à nossa casa temos de considerar em primeiro lugar as diferenças morfológicas. Um cão magro e comprido, como o pequeno Galgo Italiano, precisa de mais espaço do que o robusto e pequeno Bulldog Francês.

As diferenças de tamanho entre algumas raças de cães são sobejamente conhecidas. Estas diferenças não estão relacionadas apenas com a morfologia. O físico do cão varia incrivelmente entre raças como as citadas anteriormente, sendo quetambém o temperamento apresenta uma grande variação. Os Terriers são muito nervosos em comparação com os calmos Spaniels.

Felizes em casa

Devemos certificar-nos sempre que existe uma boa adaptação do cão ao seu ambiente. O animal nunca deve apresentar comportamentos repetitivos ou atípicos. Os cães concebem a casa como o seu território, e ladram para defendê-lo. A abertura da porta pode provocar comportamentos muitos diferentes, como excitação em animais familiarizados com os humanos, ou medo em cães menos sociáveis. Vai avaliar com cuidado uma reacção de medo frente a pessoas estranhas, já que o normal será mostrar curiosidade ou inquietude perante pessoas desconhecidas.

Enriquecimento ambiental

Chamamos enriquecimento ambiental aos elementos adicionados ao ambiente do cão, com os quais pode interagir. O cão é um animal social e beneficia da companhia dos seus congéneres e do ser humano. Também não podemos esquecer-nos de que as experiências vividas pelo cão durante as suas fases de desenvolvimento são determinantes do seu comportamento social, portanto as condições de alojamento do animal terão impacto sobre o seu futuro bem-estar.

Brinquedos e outros

Está comprovado que os elementos de enriquecimento ambiental, como brinquedos e outros idênticos, beneficiam a conduta do cão. Em muitos casos, inclusive, provocam uma mudança bem-vinda no seu comportamento. Uma conduta anormal, como por exemplo de asseio persistente, em que um cão se lambe continuamente, pode ser eliminada se lhe dermos um osso para roer. Os cães reagem bem quando se enriquece o seu ambiente.

O cão e a música

Durante muito tempo pensou-se que a música reduzia o stress nos animais, possivelmente porque relaxava e acalmava o seu dono. Mas não existe nenhum estudo sério que aconselhe o seu uso no cão.

A música com um volume prolongado superior aos 85 dB provoca danos auditivos e a capacidade do cão para ouvir frequências elevadas inapreciáveis ao ouvido humano faz com que determinados instrumentos lhe transmitam um grande incómodo (como a flauta e o violino). A única música ambiental recomendável é a voz humana ajustada ao tom de conversação, pois os cães costumam distinguir a voz humana.

Socialização do cão

Os cães que ladram muito, que se recusam a vir quando chamados ou que demonstram tendências agressivas quando alguém se aproxima, estão provavelmente pouco socializados com pessoas. Os cães pouco socializados são medrosos, podem chegar a morder por medo, são difíceis de controlar e de educar. Estas manifestações são a prova evidente de um estado de angústia e de uma falta de bem-estar no cão.

Exercício físico

Diversos estudos provaram que, em média, os cães utilizam apenas entre 30 minutos a uma hora, por dia, a desempenhar uma actividade, independentemente do espaço a que estão confinados.

Basicamente os cães são preguiçosos. Não gostam de exercício e não sentem nenhuma atracção particular pela corrida. Daí a necessidade de incrementar os momentos e objectos de jogo e permitir que interajam connosco, com outros cães e com objectos. Caso contrário, isso irá ressentir-se na sua saúde e ficarão obesos.

Algumas raças

Muitas são as raças de tamanho pequeno que se adaptam sem dificuldade a viver num apartamento, especialmente as conhecidas como os cães de companhia, tais como: o Bichon Maltês, o Caniche, o Chihuahua ou o Epagneul Pequinês. Mas também existem raças de tamanho maior que podem viver felizes em apartamento, como o Golden Retriever.

 

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O projecto para a renovação do Canil Municipal de Lousada ganhou o Orçamento Participativo Jovem 2016 do município. Subordinado ao tema “Tu escolhes o futuro de Lousada” os projectos somaram um total de 548 votos válidos , cerca do dobro do ano anterior. A verba para o investimento na requalificação do canil ronda os 25.000€.

O grupo que promove o projecto pretende melhorar as condições do canil, nomeadamente, pintar, modernizar e alargar o espaço disponível, promover políticas de adopção e esterilização de animai, fazer acções de sensibilização e acabar com o abate de animais no canil. O objectivo é tornar o espaço mais acolhedor e permitir a criação de zonas livres de “recreio” onde voluntários possam passear e interagir com os animais para uma maior envolvência com a comunidade. O Orçamento Participativo Jovem é um projecto que pretende reunir opiniões e contributos junto da população jovem de Lousada, de forma a inscrever as suas ideias e projectos no Orçamento Municipal.

 

 

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Protéinas, lípidos, hidratos de carbono, vitaminas, minerais e oligoelementos. Cada nutriente da alimentação desempenha um papel específico.

Após o nascimento

Quando nasce, o gatinho possui um tubo digestivo  adaptado à digestão do leite. O período de amamentação dura entre 5 e 7 semanas, após este período o gatinho vai perdendo gradualmente a capacidade para digerir o principal açúcar do leite, a lactose. Nas primeiras horas de vida os gatinhos devem consumir o colostro (primeiro leite materno) que é rico em anticorpos, essenciais para uma defesa imunitária precoce contra doenças infecciosas. Nesta fase o crescimento dos gatinhos ´muito rápido: aumentam aproximadamente 10 a 15 gramas por dia e em 10 dias podem duplicar o seu peso à nascença.

O leite de vaca é completamente inadequado para este efeito, porque é demasiado rico em lactose e possui um teor energético insuficiente.

1ºa fase de crescimento: das 4 semanas aos 4 meses

A partir da 4º-5º semana de vida, o gatinho pode começar a comer uma alimentação sólida. Para facilitar a transição da alimentação líquida (leite) para a alimentação sólida, poderá optar por rehidratar o alimento sólido com água tépida ou com leite de substituição para gatinhos. Pode ainda optar por oferecer uma mistura de um alimento seco com um alimento húmido de elevada qualidade e indicado para gatinhos nesta fase de vida. De um modo geral, o alimento indicado para esta fase da vida deve ser muito palatável, para atrair o gatinho, e deve ser especificamente desenvolvido para corresponder às necessidades nutricionais destes animais.

2ºa fase de crescimento: dos 4 aos 12 meses

Após os 4 meses de idade a velocidade de crescimento diminui (fase de consolidação) e o gatinho atinge gradualmente o seu tamanho adulto. Desta forma é necessário oferecer-lhe um alimento  com um teor energético adequado e de elevada digestibilidade, uma vez que as suas aptidões digestivas só atingem a maturidade ao ano de idade.

Esta fase da vida caracteriza-se pelo aparecimento dos dentes definitivos. O alimento deve começar a ter em consideração a higiene oral, através de um croquete com um tamanho adaptado que estimule a mastigação.

Objectivos nutricionais

Os objectivos nutricionais da alimentação durante todo o crescimento são reforçar as defesas imunitárias, favorecer o bom desenvolvimento neuro-sensorial e promover o crescimento ósseo.

Reforçar as defesas imunitárias

No decurso das primeiras semanas de vida a imunidade que é transmitida ao gatinho pela mãe decresce progressivamente. A alimentação deve dar resposta a todas as necessidades essenciais do gatinho, uma vez que um défice nutricional irá agravar a sua fragilidade imunitária. Antioxidantes como as vitaminas E, C, luteína e taurina, bem como oligoelementos como as fibras fermentescíveis são alguns exemplo de nutrientes que ajudam a estimular as defesas imunitárias.

Favorecer o desenvolvimento neuro-sensorial

Todas as células nervosas contêm quantidade considerável de ácidos gordos Ómega 3 indispensáveis para o correcto desenvolvimento do sistema nervoso central. É importante que o alimento dos gatinhos tenha este constituinte.

Promover o crescimento ósseo

É essencial uma correcta contribuição de cálcio que acompanhe as necessidades dos gatinhos que variam ao longo do período de crescimento.

Cuidado com as alterações!

Nesta fase tão importante da vida do animal, deverá evitar alterações bruscas na alimentação para não provocar perturbações digestivas. Quando adquirir um gatinho informe-se sobre o modo de alimentação e qual o alimento fornecido. Se pretender alterar o alimento, deve respeitar uma transição alimentar com uma semana de duração. Esta transição permite minimizar os riscos de alterações gastrointestinais, muito prejudiciais ao correcto desenvolvimento do gatinho.

 

 

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São cada vez mais os casos de animais que se apresentam à consulta e cujo principal problema é o excesso de peso ou consequências directas deste, apesar de muitas vezes os próprios donos não terem consciência desta realidade. De um modo geral, um animal pode ser considerado obeso quando o seu peso está cerca de 15 a 20 % acima do peso ideal.

Um bom método para avaliar o estado corporal implica a observação e palpação do corpo do animal. O peso ideal no gato pressupõe que a cintura esteja bem definida atrás das costelas, e que estas sejam palpáveis estando revestidas apenas por uma fina camada de gordura. No caso dos gatos obesos, as costelas não são palpáveis, assim como não é possível visualizar a cintura ou ancas do animal.

Causas da obesidade

Para além da predisposição genética, a dieta e as alterações hormonais apresentam-se como as principais causas de obesidade nos animais. A dieta, mais precisamente a alimentação e exercício inadequados, são a principal causa de obesidade em gatos. O ganho de peso é o resultado de uma ingestão de calorias superior àquelas que são gastas pelo animal. Se o dispêndio de calorias igualar a ingestão das mesmas, então o animal manterá o seu peso normal. Se, pelo contrário, a ingestão de calorias for superior àquelas que sã despendidas, então haverá uma acumulação de gordura e cosnequente aumento de peso.

Também a castração ou esterilização provocam alterações ao nível da secreção hormonal e do metabolismo, ficando o animal mais sedentário e com tendência para comer mais, apesar das suas necessidades energéticas decrescerem em mais de 30% nesta fase da vida.

O envelhecimento também contribui para uma diminuição na actividade do animal, aumentando também o risco para o aparecimento do excesso de peso.

Complicações da obesidade

Uma das principais complicações da obesidade nos gatos é o desenvolvimento de Diabetes Mellitus. Esta doença endócrina caracteriza-se por uma produção insuficiente ou ausente de insulina, hormona esta produzida pelo pâncreas e responsável pelo transporte da glicose (açúcar) do sangue para as células.

A obesidade pode ainda trazer outras complicações importantes como problemas hepáticos (lipidose hepática), problemas cardíacos e respiratórios, problemas articulares (artrites), problemas cutâneos (queda de pelo acentuada e seborreia) e uma consequente diminuição da esperança média de vida.

Prevenção da obesidade

Mais do que tratar a obesidade é importante a sua prevenção. Evitar um ganho excessivo de peso constitui a melhor forma de controlar o peso do seu gato. Para o efeito, existem rações comerciais com valores elevados de proteína e diminuição dos valores de hidratos de carbono e gordura, promovendo a manutenção de uma condição corporal óptima e prevenindo o aumento de peso.

Tratamento da obesidade

Uma vez instalada a obesidade, é necessário recorrer a programas de redução de peso, que deverão ser implementados sob supervisão veterinária. Estes programas contemplam sempre a necessidade de exercício físico regular e a alteração dos hábitos do animal, desempenhando o dono um papel fundamental para o sucesso na perda de peso.

 

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Muitas vezes as pessoas colocam um guizo na coleira do seu gato porque “deste modo sabemos sempre onde está”. Reflectindo um pouco, imagine que não está nos seus dias, sente-se mais irritado(a) e apetece-lhe que ninguém o “aborreça”. O seu gato, devido à sua natureza de caçador solitário, pode ter esta necessidade várias vezes! Este comportamento deve ser respeitado. Desde que a casa esteja preparada para o gato e, como tal, seja segura, não precisa de saber sempre onde ele está.

Os gatos adoram companhia e estar horas a dormir ao nosso lado ou mesmo literalmente em cima de nós, mas também adoram a sua privacidade.

O que devemos fazer

– Proporcione esconderijos, como por exemplo, caixas de cartão. A própria transportadora pode constituir um bom esconderijo. Se conseguir um esconderijo num local alto o seu gato vai adorar.

– Permita que o seu gato vá para debaixo da cama ou para dentro do roupeiro.

– Retire o guizo da coleira sempre que ele está em casa.

O que não devemos fazer

– Não devemos perturbar o gato nos seus momentos de descanso.

Evite os acidentes

Devido à sua natureza exploradora, os gatos correm o risco de se aventurarem em locais menos seguros. Cuidado com a máquina de lavar roupa e com os armários que se possam fechar depois do gato entrar. Os esconderijos têm de ser seguros.

Será normal?

Embora a necessidade de estar só seja um comportamento normal, se o seu gato muda o comportamento para se isolar mais do que é habitual, isto deve ser atendido como um isolamento por desconforto e o gato deve ser observado pelo médico veterinário.

Um gato que é respeitado, é um gato mais seguro e mais feliz!