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Os parasitas são organismos que sobrevivem em associação com outros, dos quais retiram recursos para a sua sobrevivência, normalmente, prejudicando o organismo hospedeiro. Podem ser classificados como endoparasitas ou parasitas internos (lombrigas, ténias) e em ectoparasitas ou parasitas externos (carraças, pulgas, piolhos, ácaros).

As zoonoses são doenças que afetam os animais e que podem ser transmissíveis ao Homem e os parasitas são ótimos exemplos destas doenças. Portanto, desparasitar os animais de estimação torna-se uma necessidade fundamental de saúde pública e uma boa prática médico-veterinária, não só por questões de saúde e bem estar animal, como do próprio agregado familiar em que estão inseridos e de todo o seu meio envolvente.

Utilize desparasitante adequado e intervalos de administração corretos. O desparasitante que deve utilizar e a frequência da desparasitação depende da espécie animal, do grau de parasitismo, da idade e da condição do animal, por isso aconselhe-se com o seu médico veterinário sobre a melhor forma de prevenir as infestações por parasitas.

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A medicina geriátrica representa uma das missões básicas para a medicina veterinária: permite a deteção precoce de doenças e a intervenção para melhorar a qualidade de vida dos pacientes mais idosos.

A partir de que idade deve o meu animal ser considerado geriátrico ou idoso?

É difícil definir com precisão a partir de que idade um paciente se torna idoso. A variabilidade genética entre raças, tamanhos e sensibilidades específicas de cada paciente, entre outros fatores, torna difícil estimar a esperança média de vida dos animais domésticos. A Organização Mundial de Saúde define, para as pessoas, a “terceira idade” a partir dos 60 anos. A partir deste dado e da comparação da idade com humanos, consideram-se pacientes geriátricos:

– Cães <10 kg – A partir 10 anos

– Cães 10-25 kg – A partir 9 anos

– Cães 25-40 kg – A partir 8 anos

– Cães> 40 kg – A partir 7 anos

– Gatos – A partir 9 anos

Quais são os principais problemas dos pacientes geriátricos?

Algumas patologias mais comuns, como diabetes, insuficiência renal crónica, doença degenerativa articular, doença cardíaca e doença dentária são exemplos de problemas que podem ser rastreados com exames de rotina durante a consulta de check-up geriátrico. Durante a consulta, e com a realização de alguns exames, é possível detetar os problemas precocemente e aconselhar medidas preventivas, antes que se tornem demasiado graves e interfiram com a qualidade de vida.

Que tipo de análises aconselhamos para um animal geriátrico?

Embora em alguns casos possa variar em função das alterações encontradas no exame clínico, existe um painel básico de análises para esta avaliação: medição da pressão arterial, análises ao sangue (hemograma e bioquímicas séricas com parâmetros renais, hepáticos e glicémia) e à urina, entre outros mais específicos caso a caso.

 

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A roupa para cão é um assunto recorrente e algo que tem despertado naturalmente a atenção dos donos dos cachorros, na procura de darem o melhor aos seus animais.

Mas será que essas roupas são uma necessidade para os nossos melhores amigos se manterem confortáveis e quentinhos, ou são por outro lado um excesso e um exercício de vaidade?

Necessidade ou questão de moda?

Muitos são os donos de animais e não só, que se questionam sobre a necessidade ou não de encherem o seu cão com roupas. Os cães, devido à sua natureza, estão adaptados para que consigam resistir ao frio sem grandes problemas. A diferença está nos cães de pêlo curto e nos de pêlo longo. Cachorros como os Husky Siberiano, Labrador, Terra Nova e raças semelhantes, não necessitam de usar roupa. Uma vez que têm duas boas camadas de pêlo e uma camada de gordura que os mantém bem quentinhos, vestir estes cães pode tornar-se excessivo. No que toca aos cães de pêlo curto, existem duas respostas diferentes. Se o seu melhor amigo for bem gordinho ou até com excesso de peso, ele não precisa de roupa pois a sua gordurinha extra faz com que ele se mantenha quente, de uma forma natural. Caso contrário, é conveniente arranjar roupa de cão confortável para ele. No entanto, deve optar por peças únicas e simples. O objectivo é fazer com que o seu amiguinho não passe frio. Ele é um cão, não um modelo.

Existe roupa para cão perigosa?

Muito cuidado com os cachecóis. Os cães não costumam gostar nada deles e fazem de tudo para os retirarem. No meio de tal processo, alguns chegam mesmo a enforcar-se. Por isso, cães e cachecóis, definitivamente não. Compre roupa para cão essencialmente confortável. Deve certificar-se de que as roupas em questão não vão prender os movimentos do seu cachorro.

Dê ouvidos ao seu cão!

Se vestir uma roupa ao seu cão e ele passar o tempo todo a tentar tirá-la, isso significa que ele está desconfortável e não quer andar vestido. Se o vir triste ou refilão, o significado é o mesmo. Nem todos os animais gostam das mesmas coisas. Se ele tiver frio, opte por arranjar-lhe uma manta bem quentinha. Vai ver que ele vai adorar esta opção.

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Com as estações climáticas frias e húmidas a chegar, é importante ficar a par das doenças da “moda”, nomeadamente, aquelas que afectam o trato respiratório superior.

O que é a Tosse do Canil ou Traqueobronquite infecciosa?

É uma doença altamente contagiosa entre cães e de contágio muito rápido, provocada por um ou mais agentes infecciosos tais como vírus ou bactérias que se alojam nas vias respiratórias superiores dos cães, debilitando o estado geral das mesmas e dos próprios animais. Inicialmente pode começar com uma simples garganta inflamada, o que predispõe posteriormente a uma infecção bacteriana permitindo que as bactérias se desloquem até ao trato respiratório inferior, ou seja, os pulmões, podendo causar pneumonias ou broncopneumonias graves.

A transmissão é feita através de tosse e espirros, assim como um simples resfriado. Os agentes causadores da doença são o vírus da Parainfluenza canina e o Adenovírus canino tipo 2 , e a bactéria Bordetella bronchiseptica. Estes agentes contaminam objectos, tais como bebedouros, roupas, calçado e brinquedos. A doença tem um potencial de propagação onde a população canina é muito elevada, principalmente no interior de canis, hospitais veterinários, hotéis para cães, etc.

Síntomas

A tosse de canil manifesta-se com maior frequência em estações do ano ou regiões frias, já que as vias respiratórias estão mais expostas e debilitadas com o clima húmido e a temperatura baixa. Os sintomas surgem cerca de cinco a dez dias após o contacto com os animais contaminados. São semelhantes aos resfriados ou gripe, devido à tosse seca e persistente, muitas vezes até confundida com engasgos ou sufocos, principalmente em momentos de passeios e exercício físico com uso de coleira ou momentos de muita excitação.

Em casos mais graves e avançados, poderá haver ocorrência de vómito, perda de apetite e apatia.

Tratamento

Após o diagnóstico, o médico veterinário instituirá uma terapêutica adequada a evolução de cada animal, nomeadamente, a administração de xaropes antitússicos, anti-inflamatórios não esteróides, antibioterapia adequada, nebulizações e broncodilatadores. Em casa deverá disponibilizar uma alimentação adequada e manter uma boa higiene do seu ambiente para evitar a proliferação de bactérias e vírus. Evite também a exposição ao frio e a correntes de ar e o contacto do seu animal com outros cães, uma vez que é de fácil transmissão.

Formas de prevenção

A vacinação do seu cão é imprescindível para evitar esta doença. Existem dois tipos de vacinas: uma de aplicação subcutânea (igual à maioria das vacinas) e outra de aplicação intra-nasal.

Deve vacinar o seu cão anualmente (juntamente com as restantes vacinas anuais) ou semestralmente se se tratar de um animal de risco (se o tiver que deixar num canil, se o levar a exposições ou se costuma brincar com outros cães nos passeios habituais).

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A gestação e o nascimento de uma ninhada é um período que envolve grandes cuidados por parte do dono e do veterinário.

Planear a gestação

Idealmente a cadela deverá fazer um controlo antes do cio, durante o cio, um controlo de diagnóstico de gestação e um controlo próximo do final de gestação. Antes do cio, 3 a 4 semanas, o dono deverá certificar-se junto do veterinário do estado profiláctico da sua cadela, vacinações e desparasitações.

Alterações comportamentais

A cadela gestante apresenta algumas alterações comportamentais e fisiológicas neste período. Algumas fêmeas têm mais necessidade de atenção durante a gestação, por vezes têm apetite caprichoso nas primeiras 3 a 4 semanas contrastando com a segunda metade da gestação onde o apetite aumenta significativamente.

Alterações fisiológicas

Fisiologicamente, verifica-se que a cadela gestante apresenta um aumento de 40% do seu voluma sanguíneo de modo a ter uma reserva de sangue suficiente para suportar as perdas de sangue no parto. Tem maior esforço cardíaco, pois consome mais oxigénio, e renal (urina mais e bebe mais água). Há também uma diminuição da motilidade intestinal (defeca com menos frequência).

Diagnóstico de gestação

O diagnóstico de gestação deve ser feito entre os dias 25 e 28 após o pico de LH ou 30 dias após o cruzamento através de ecografia abdominal. Nesta ecografia avalia-se a presença ou não de vesículas embrionárias, o seu tamanho e viabilidade e possíveis sinais de absorção embrionária. Deverá ser realizado um controlo ecográfico na cadela por voltas dos 45-50 dias de gestação para avaliar a viabilidade fetal, a presença de alguma malformação ou de algum feto no canal pélvico. Cerca de 10-15 dias antes do parto deve-se repetir a desparasitação interna na cadela, sempre sobre tutela do veterinário.

Cuidados nutricionais

A cadela deverá fazer exercício moderado e regular, para ajudar o tónus muscular na altura do parto e evitar que fique obesa neste período. Durante a gestação a cadela precisa de mais água e cerca de 30% a 60% mais de energia metabolizável. O mais importante na dieta da cadela na gestação é usar uma dieta de boa qualidade que garanta uma boa dosagem de vitaminas e minerais. Os suplementos de cálcio durante a gestação estão totalmente contraindicados e predispõem a ocorrência de hipocalcémias pós-parto.

Inicio da lactação

Durante as primeiras duas semanas de lactação os cachorros devem ser alimentados a cada 2-3 horas. O peso dos cachorros deve duplicar em 10-12 dias de vida. Uma falha no ganho de peso diário (que deverá ser de 1-2 gramos por dia), é geralmente o primeiro sinal de doença neonatal. A mãe é responsável por estimular a micção e a defecação dos cachorros nas primerias 2-3 semanas de vida através da lambedura perineal e abdominal. A partir das 3 semanas de vida os cachorros passam a imitar a mãe e começam em busca de ração, e por isso devemos colocar água à disposição em recipiente baixo e raso. Às 4 semanas de idade podemos iniciar o desmame com uma ração específica para cachorros, amolecida em água morna ou em leite de substituição. O desmame deverá estar completo no máximo até aos dois meses de idade.

O acompanhamento é essencial!

Este período de lactação requer grande esforço energético por parte da mãe associado a uma fragilidade do trato reprodutivo ainda em recuperação de uma gestação e do parto, podendo predispor ao aparecimento de algumas doenças. A chave de uma gestação bem sucedida e uma lactação tranquila é a prevenção através de um acompanhamento da mãe desde o pré-parto até ao desmame da ninhada, que permite intervir precocemente e garantir uma ninhada saudável e uma rápida recuperação da mãe.

 

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Ao contrário do que acontece nos cães, os gatos são muitas vezes vistos como animais que não necessitam de vacinas por andarem dentro de casa. Mas os vírus não andam só na rua e podem ser trazidos para dentro de casa pelo dono. Por lei e ao contrário dos cães, não existem vacinas obrigatórias para os gatos, mas existem doenças que os gatos podem contrair sem sair de casa. Os próprios donos podem ser os propagadores de vírus, simplesmente ao andar na rua e terem contacto com outros gatos. Os vírus mais resistentes podem agarrar-se às roupas e resistir durante meses. Quando o dono entra em casa e afaga o gato, pode estar a transmitir-lhe vírus que vieram do exterior. A forma mais frequente e fácil de transmissão é através do contacto entre gatos. Mas com estes felinos peritos em fuga, nunca se sabe se algum dia ele não conseguirá escapar para a rua… e se não regressará com uma doença.

As vacinas que actualmente existem no mercado protegem contra a panleucopénia felina, a coriza, a raiva, a herpesvirose e a leucemia felina.

 

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Desparasitação

Um dos cuidados básicos de saúde a ter com o seu cão é a desparasitação. Os cães podem ser infestados com vários tipos de parasitas: os externos (ectoparasitas) geralmente animais, como as pulgas, carraças, ácaros e piolhos. Existem também os parasitas internos (endoparasitas), que se alojam essencialmente no tubo digestivo.

Parasitas externos

Pulgas – Se as condições forem ideais (em temperaturas mais quentes), as fêmeas podem colocar entre mil a dois mil ovos, que se alojarão não só no pelo do cão, como também em tapetes e carpetes. A pulga alimenta-se do sangue do animal podem transmitir várias doenças pela sua picada.

Carraças – Tal como as pulgas, as carraças alimentam-se do sangue do animal fixando-se à pele do animal com as suas peças bucais, podendo também transmitir doenças como a babesiose e a erlichiose , conhecidas como febre da caraça.

Parasitas internos

Estes parasitas afectam normalmente o esófago, estômago, intestino delgado e intestino grosso, havendo parasitas específicos para cada zona do tubo digestivo. Existem vários géneros e espécies como as ténias e as lombrigas, conhecidas por vermes. Os sintomas mais frequentes quando o animal tem parasitas internos são vómitos, diarreia (nos quais são visíveis muitas vezes os parasitas adultos), emagrecimento e no caso dos cachorros pode verificar-se um inchaço na zona abdominal.

Prevenir e tratar

A melhor maneira do seu animal não apanhar parasitas internos e externos é mesmo prevenir! Visto que eles podem apanhá-los em qualquer local, como relvados, passeios ou em contacto com outros animais convém não só utilizar produtos específicos para endo e ecto parasitas como também manter o local onde o cão habita em boas condições de higiene.

Vacinação

No que diz respeito à saúde do seu cão devemos ter sempre em mente que mais vale prevenir do que remediar, portanto vacine o seu cão para prevenir o aparecimento de doenças cujo tratamento sai sempre muito mais dispendioso quando comparado com o preço das vacinas .Todos os cachorros devem ser vacinados o mais cedo possível após as oito semanas de idade variando o plano de vacinação consoante a situação epidemiológica das várias doenças em cada zona geográfica. Os cães são normalmente vacinados contra a raiva ( vacinação obrigatória por lei), esgana, hepatite contagiosa, parvovirose, parainfluenza, leptospirose, tosse do canil e babesiose; as vacinas que protegem destas doenças são dadas em doses ás 6-8, 12 e 16 semanas de idade, com excepção da vacina da raiva que é administrada entre os 3 e os 6 meses de idade, depois só se tem de fazer um reforço anual  .Após as vacinas, durante um periodo de 10 a 15 dias, deve-se evitar submeter o cão a esforços fisícos e lavagens, assim como se deve evitar que ele entre em contacto com ambientes contaminados.

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“Que o teu alimento seja o teu medicamento” é a máxima mais conhecida de Hipócrates, o médico grego pai da medicina.

Na clínica veterinária moderna o excesso de peso e a obesidade são considerados uma doença crónica que acarreta sérias alterações fisiológicas nos animais e diminui a sua longevidade. A falta de consciência dos donos é o maior problema para tratar a obesidade que, com demasiada frequência, se negam a reconhecer que o seu animal tem excesso de peso. O excesso de peso é um estádio anterior à obesidade e a sua detecção precoce é muito vantajosa para melhorar o estado físico do cão ou do gato.

Sedentarismo e exercício

Existe uma correlação directa entre o excesso de peso e a falta de exercício – o excesso de peso é responsável pela limitação da actividade física do animal (que se cansa mais) e a falta de exercício é um dos factores responsáveis pelo aparecimento do excesso de peso. Um cão apático, sem vontade de jogar, é seguramente um cão com excesso de peso. O exercício é fundamental para a vida do cão, contribui para o seu bem estar físico e psíquico, e o mais adequado é habituá-lo desde cachorro a longos passeios diários como dono. Todo o aumento de exercício deve ser gradual, quando obrigamos o nosso cão a fazer exercício devemos ter precaução e bom senso. O exercício num cão obeso pode acarretar alguns problemas, como fracturas ósseas, tendinites, etc.

Rotina saudável

Se o seu cão tem excesso de peso os passeios curtos, que serão aumentadas paulatinamente, vão ajudar a melhorar a sua saúde. Coloque metas a atingir por períodos de tempo, por exemplo, de 5 em 5 dias, de modo que a distância aumente de forma proporcional e homogénea. As caminhadas regulares devem ser uma rotina imprescindível do cão, o exercício pode ser aumentado se durante o passeio o incitarmos a jogar com uma bola e este correr atrás dela. Todos os cães gostam de exercício e de jogar, mas ficam mais relutantes em fazê-lo quando estão obesos.

Rações light

São alimentos com um baixo nível de gorduras, para favorecer a perda de peso; um alto conteúdo em fibras para saciar e facilitar o trânsito intestinal; um nível elevado de proteínas para evitar a perda de massa muscular; e uma energia moderada para controlar o peso.

Objectivo alcançado

É necessário efectuar um controlo regular do peso do nosso cão. O ideal é que a revisão seja mensal. Se o cão está a comer uma ração light o regresso ao alimento de manutenção deve ser progressivo. Se se mantiver o mesmo alimento hipocalórico a quantidade deve ser aumentada progressivamente para o cão manter o peso óptimo.

Evite o efeito “ioiô”

O efeito “ioiô” é a recuperação dos quilos perdidos após uma dieta de emagrecimento e acontece nos cães como nas pessoas que fazem um regime.

3 regras a seguir

Consulte o médico veterinário à menor suspeita de excesso de peso, este irá recomendar o alimento adequado segundo as necessidades do animal.

Encontre uma forma do seu animal de estimação fazer exercício todos os dias, e aumente o exercício gradualmente.

Não utilize guloseimas e biscoitos como uma forma constante de premiar o cão. Evite dar comida à mesa por muito subornada que seja a sua expressão.

 

 

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O serviço inovador do Dr.Bigodes já está a dar que falar na imprensa em Portugal.  Veja aqui as presenças do Dr.Bigodes na TVI, Correio da Manhã TV, Económico TV, na Time Out, Revista Sábado e nos Facebook do Manuel Luis Goucha e da Cristina Ferreira.

 

TVI – VOCÊ NA TV – Clique aqui e veja o video

O Manuel Luis Goucha e a Cristina Ferreira ficaram rendidos ao serviço do Dr.Bigodes. Veja o video entenda porquê.

 

Você na TV_2CMTV – MANHÃS CM- Clique aqui e veja o video

A Maya e o Nuno Graciano concordam que o Dr.Bigodes é um serviço útil e diminui o stress do animal na ida ao veterinário

Manhãs CM

TIME OUT LISBOA

A Time Out recomenda o Dr.Bigodes na próxima visita ao veterinário. Isto porque o Tareco certamente preferirá o conforto do sofa.

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SÁBADO

“Senhor Doutor, o meu animal tem uma dor”. Foi assim que a revista Sábado começou a repostagem sobre o Dr.Bigodes. Ainda indeciso? Leia a reportagem.

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Económico TV – Novos Negócios – Clique aqui e veja o video

A Dr.Bigodes esteve na Económico TV a explicar o projeto e a diferenciação do Dr.Bigodes.

EconomicoTV

Facebook Manuel Luis Goucha

 

FB_Manuel Goucha

Facebook Cristina Ferreira

FB_Cristina Ferreira

 

 

 

 

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Falar dos animais sem ter em conta as suas emoções seria leviano ou, no mínimo, impreciso. Aparentemente os animais de quase todas as espécies têm vidas emocionais complexas. 

Todos os animais riem e choram, amam e sofrem. Quem tem animais ou lida com eles sabe que é assim mesmo. Não é preciso ser cientista ou ter grandes estudos para verificar que os animais de estimação, que moram em casa dos donos ou habitam no mesmo perímetro, amam os cuidadores, reconhecem o seu cheiro, memorizam a sua voz e gravam no seu coração gestos e hábitos. Aparentemente os animais de quase todas as espécies têm emoções complexas. Mesmo os mais assustadores, indomesticáveis e repugnantes, que nos causam medos e fobias. Estudos recentes provam que sentem curiosidade, solidão, alegria e nostalgia. Têm saudades, mas também são tomados por raivas e assaltados por pavores. Têm acessos de fúria e precisam de momentos de descompressão.

Ao contrário de muitas pessoas, que sentem alguma dificuldade em expressar emoções, os animais demonstram constantemente os seus sentimentos. Para o bem e para o mal são reactivos e viscerais. Se irritarmos um cão ele devolve com irritação; se enervarmos um cavalo ele fica enervado: se enganarmos um gato ele manifesta imediatamente o seu desagrado. A noção da consciência animal é fascinante e amplamente discutida pela comunidade científica, mas está longe de ser pacífica. A polémica sobre estas matérias gera discussões acesas, cheias de opiniões controversas e dados divergentes. Curiosamente, uma das razões apontadas para alguma escassez de pesquisa e trabalho de campo nestas áreas mais emocionais dos animais, por assim dizer, é o medo que os zoólogos, etólogos, cientistas e estudiosos têm de ser acusados de antropomorfismo. Ou seja, de blasfémia científica. Já acontecem a investigadores que trabalham exclusivamente com animais serem duramente criticados e até banidos da comunidade científica internacional por produzirem documentos onde descrevem os supostos estados de alma dos animais.

Enquanto cientistas procuram evidências e tentam obter provas das emoções dos animais de cada espécie, nos os humanos que não dedicamos a vida a estes estudos, sabemos uma coisa e temos a certeza definitiva: sentimos amor pelos animais de que cuidamos e aos quais nos afeiçoamos. Um cão que nasce ou cresce em nossa casa, com os nossos pais ou os nossos filhos, passa a ser como família. Assim como um gato, um cavalo, um pássaro ou uma tartaruga. Se ficam doentes damos-lhes remédios ou vamos com eles ao médico; se têm traumas tentamos perceber o que lhes aconteceu e fazemos de tudo o que está ao nosso alcance para os resgatar e curar essas suas feridas invisíveis; se amuam damos-lhes tempo e espaço; se se alegram alegramos-nos com eles; se ficam mais abatidos preocupamos-nos, e por aí em diante. Até ao dia em que nos apercebemos que eles ficaram tão velhos ou tão doentes que vão morrer ou têm que ser abatidos. E nesse dia percebemos que podemos nunca chegar a compreender a neurologia animal, nem saber verdadeiramente o que sentem os animais ou atingir o alcance da sua capacidade de se emocionar, mas damos conta de que os nossos sentimentos por eles são maiores, mais altos e mais fundos do que alguma vez julgamos possível. Nesse mesmo dia compreendemos que os laços que tecemos com os animais que nos são próximos só podem ter nascido de emoções muito fortes. Mútuas e reciprocas, por assim dizer.